segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mais uma vez: DIEGO BRANCO consegue escapar de cerco policial

Moto de DIEGO BRANCO abandonada. Foto: Sérgio Costa
 Diego da Silva Alves, mais conhecido como Diego Branco, conseguiu fugir de um cerco policial mais uma vez. O jovem de 21 anos, que é acusado de vários crimes, como assaltos, latrocínios e inclusive de ter matado um policial civil, estava em uma rua na cidade de São Gonçalo do Amarante, quando a polícia chegou ao local. Diego escapou com dois comparsas entrando no mangue.

O criminoso estava preso no presídio Estadual de Alcaçuz, mas conseguiu fuga há cinco meses. De acordo com o tenente Tales, do BPChoque, os policiais chegaram no local, conhecido como Baixa da Coruja, após receberem uma denúncia dando conta que Diego e outros dois homens estavam lá.

Cerca de 15 policiais foram até ao bairro de Jardim Lola e constataram o fato. Ao avistarem a polícia, Diego branco e dois outro homens identificados por "Marron" e "Pirata" correram em direção ao mangue tornando a perseguição difícil.
"Nós fomos informados sobre a presença de Diego em uma rua do bairro Jardim Lola e fomos até lá. Quando localizamos os suspeitos ele abriram fogo contra nós que também revidamos, mas ele usaram um local de difícil acesso para se esconder", relatou.

Na pressa, Diego Branco deixou uma motocicleta 300 cilindradas para trás. O veículo com placas NOA-7186 tem queixa de roubo e foi apreendida pelos PMs. Até o momento não há informações sobre o paradeiro de Diego. Dezenas de viaturas realizaram abordagens pelo bairro, mas ainda segundo o tenente Tales, toda e qualquer suspeita será investigada pela Polícia Civil.

Como é que é isso hein?!? Ô bichim fácil de escorregar viu! Meu fi é sabonete é?

domingo, 18 de novembro de 2012

Soldado da PM é preso com carro roubado

Valdir Julião - Repórter

Soldado Wagner da Silva
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, na tarde do sábado, dia 17, o soldado da Polícia Militar, Wagner José Gomes Macedo da Silva, 30 anos, que foi pego com um Fiat Punto, preto, com placa fria NNO-1463/RN. Na ocasião também foi presa a pessoa de Josenildo Vieira Silva Júnior, que dirigia uma camionete Amarok Wolksvagem, que também tinha uma placa fria NOB-9927/RN.

A Delegacia de Propriedade de Veículos (Deprov) levantou as informações no Sistema Nacional do Denatran, e identificou que os dois veículos eram roubados do estado do Piauí, região Nordeste do país.

Segundo a Polícia Civil, o soldado é lotado no 5º Batalhão da Polícia Militar e estaria afastado das atiidades operacionais por força de licença médica. Outra informação é que o praça responde a processo por participação em arrombamentos de caixas eletrônicos bancários.

Segundo a Polícia, o preso Josenildo Veira já responde a três processos por assalto à mão armada, e está levantando a sua ficha prisional, a fim de saber se ele é beneficiário de progressão de regime prisional.

Já Wagner Silva havia sido preso em 6 de novembro de 2011 por participar do arrombamento do caixa eletrônico do Banco do Brasil, no Tribunal de Justiça do Rio Grande  do Norte, na Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, no dia 30 de outubro. Entre os arrombadores também estavam o praça Alisson Firmino Barbosa, que servia em Currais Novos e estava atuando na Polícia de Turismo em Natal.

Na ocasião também foi preso o estudante de Direito, Paulo Teixeira de Lima, que trabalhava como terceirizado no TJ e outras três pessoas. Com o soldado Silva, a Polícia encontrara R$ 10 mil.

Os réus acusados do arrombamento do caixa eletrônico do BB do Tribunal de Justiça, estão respondendo pelo crime em liberdade desde o dia 10 de julho, quando o juiz Ivanaldo Bezerra Ferreira dos Santos, da 8ª Vara Criminal da Comarca de Natal, revogou  as prisões preventidas e expediu os alvarás de soltura de todos eles.

No caso dos autos, o juiz disse que vislumbrava "o desaparecimento das circunstâncias que serviram de lastro para a decretação da prisão preventiva dos acusados". Segundo o despacho do juiz, não havia mais como manter a prisão preventiva, em razão de ter sido assegurada a instrução criminal, feita no âmbito da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), a cargo da delegada Sheila Freitas.

Delegado de Polícia Civil escreve carta à bandido morto

 Senhor Bandido,

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita.

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.

Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Wilson Ronaldo Monteiro 
Delegado da Polícia Civil do Pará
 
 
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

AGORA TOROU DENTRO: Prefeitura de Natal suspende pagamento de 3.483 servidores

Após a prefeita ser afastada do cargo e uma séries de crises no governo municipal, o fim da gestão MICARLA é ainda mais tramático para os natalenses. Dessa vez, os mais prejudicados foram os funcionários da prefeitura. Os 3.483 servidores tiveram seus salários suspensos. A Prefeitura de Natal suspendeu o pagamento dos salários dos servidores ativos, e também os pensionistas. A triste notícia foi publicada hoje (16) no diário oficial do município. Segundo o governo municipal, o executivo deu prazo até o último dia 30 para os servidores e beneficiários se recadastrarem junto ao Instituto de Previdência Social dos Servidores de Natal (NatalPrev).

O principal objetivo do Censo Previdenciário, de acordo com o Executivo, é atualização dos dados cadastrais referentes aos servidores públicos ativos, aposentados e pensionistas da Prefeitura do Natal.

O recadastramento foi obrigatório para todos os servidores públicos municipais estatutários ativos e inativos, assim como seus pensionistas e representantes legais. O recadastramento ocorreu desde o dia 19 de julho e terminou em 30 de setembro. Porém, a suspensão do pagamento só foi publicada hoje e valerá para o mês de novembro, perdurando até que a situação seja regularizada.

A lista completa com os nomes dos beneficiários que tiveram os benefícios suspensos está à disposição no Diário Oficial do Município. Os servidores que não realizaram o recadastramento precisam procurar o NatalPrev para regularizar a situação.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O sujeito e a concordância verbal: Nem em sonho diga: É NÓS, por favor!!!

Por: Prof. Silvio Augusto - blog.tribunadonorte.com.br/gramaticando

Prof. Silvio Augusto
Certamente, durante seus estudos, a incerteza quanto ao emprego de um verbo no singular ou no plural deve ter registro em sua vida. Às vezes, fica-se em dúvida quanto à concordância com o sujeito, pois nem sempre parece tão fácil fazer isso com segurança!

Vale lembrar que se o sujeito estiver no singular, o verbo acompanha o singular. Ex.: A escola oferece formação e informação. Veja que o verbo acompanhou direitinho o sujeito, não foi?

Mas, é bom observar que o sujeito no plural não pode ter verbo no singular; tem que ser PLURAL, mesmo! Ex.: As escolas OFERECEM formação e informação.

Se o sujeito for COMPOSTO, aí muda um pouquinho! O verbo poderá concordar com o núcleo mais próximo ou ficar no plural. Ex.: Saiu o resultado e a promessa de comemoração!

Ou, também correta a concordância no plural. Ex.: Saíram o resultado e a promessa de comemoração.

Bem, não esqueça: Evite o prejuízo de cometer um erro na concordância e ficar lembrado por isso pelo resto da vida!

Diga e escreva: Somos NÓS que ganhamos quando acertamos a concordância!
Nem em sonho diga: É NÓS, por favor!!! (rsrsrs)


Corpo é encontrado em chamas junto a BR em Genipabu

Populares perceberam chamas saindo de um matagal às margens da estrada de Genipabu. Chegando lá, viram que se tratava de um corpo ainda incendiando. A Polícia Militar foi acionada para fazer o isolamento do cadáver. Peritos do ITEP estiveram no local e constataram que havia uma corda no pescoço da vítima. O corpo foi recolhido pelos peritos para análise. Até o fechamento desta matéria não havia informações a respeito da identificação da vítima.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

São Miguel do Gostoso ganha Ponto de Cultura e vira referêcia em manifestações de arte popular

Sede do Ponto da Cultura em São Miguel do Gostoso/RN

A cidade de São Miguel do Gostoso, localizada a 100 km de Natal, esteve em festa nesta sexta-feira 09 de novembro. Foi quando aconteceu o lançamento oficial da 2ª fase do Ponto de Cultura TEAR, projeto desenvolvido pela ONG CDHEC. Na ocasião também foram lançados também os cartões postais produzidos através da oficina de fotografia realizada em parceria com a ONG Olhares.

O Espaço TEAR recebeu o público para uma grande comemoração em torno da cultura para homenagear a nova fase vivida na cidade. Para festejar esse dia especial foram realizadas apresentações de teatro e concerto de flauta doce. A trupe Nós Na Rua, formada a partir das oficinas de teatro de rua oferecidas pelo CDHEC, apresentou o espetáculo “Hoje meu boi não sai”, levantando questões sobre a cultura dita de massa, traçando um paralelo entre o erudito, a cultura popular e suas convergências.

As crianças do projeto Somelodia, que estudam técnicas musicais em flauta doce através de parceria entre as ONGs AMJUS e CDHEC, apresentaram duas belas músicas que emocionaram o público presente. Dentro do cerimonial previsto, foram entregues certificados aos participantes da oficina de fotografia realizada na cidade em mais uma parceria edificante entre entidades de cunho social, dessa vez a Olhares e o CDHEC.

Neste dia, foi realizada também a troca simbólica da presidência da ONG, onde Ariclenes Franças deixa o cargo para dar lugar a Alessandro Amaral. Em seu discurso, Ari, como é mais conhecido, se emocionou ao lembrar seu trabalho com a entidade e do caráter que construiu com base nas orientações recebida de seus pais. Cinthia Matos também discursou como nova coordenadora do Projeto Ponto de Cultura TEAR e após a fala de Alessandro, foi apresentado um vídeo documentário sobre o trabalho desenvolvido pela organização na cidade.

As manifestações culturais e artísticas do município de Gostoso estão cada vez mais presentes nos dias atuais, devido incentivo dado pelas ONGs da cidade aos artesões, mestres e artistas a multiplicarem sua arte através da troca de conhecimentos e experiências. Nesse contexto, o CDHEC se apresenta como articulador e ponte entre esses mundos de aprendizes e educadores, além de fomentar o empreendedorismo e criação de lideranças entre os jovens do município. 

As atividades do CDHEC tem apoio da Fundação José Augusto, Secretaria Extraordinária de Cultura e Governo do Rio Grande do Norte. Esse evento em especial só foi possível graças ao apoio dado pelos parceiros locais, como Mercadinho Teixeira, Supermercado Araújo, Supermercado Venâncio, Gostoso Construções, Pousada Mar de Estrelas e Vital Supermercado. Agradecemos também a todos os apoiadores e mantenedores do CDHEC com suas doações voluntárias que tanto nos ajudam a realizar esse importante trabalho.

O trabalho da ONG e mais detalhes sobre o evento pode ser acompanhado pelo www.tearcultura.blogspot.com.br/ 

MATÉRIA E FOTOS DO BLOG TEAR CULTURA: http://tearcultura.blogspot.com.br/


Com tanta corrupção, a qual caminho ruma a segurança pública do nosso país?


Em termos gerais, polícia é a atividade de ASSEGURAR A SEGURANÇA DAS PESSOAS E BENS, sobretudo através da aplicação da lei.

Hoje em dia, o termo "polícia" está normalmente associado aos serviços e agentes do estado nos quais o mesmo delega a autoridade para o exercício dos seus poderes de polícia, DENTRO DE UM LIMITE DEFINIDO DE RESPONSABILIDADE LEGAL, territorial ou funcional. A função de autoridade policial implica normalmente a APLICAÇÃO DA LEI, a proteção das pessoas e da propriedade e a manutenção da ordem pública.

Normalmente, aos agentes de autoridade policial é concedido o poder para o uso legítimo da força no âmbito do cumprimento da sua missão.

POR FIM QUERO LANÇAR A SEGUINTE INDAGAÇÃO: O que leva um policial, agente público instituído pelo estado que tem como premissa a defesa das pessoas e dos bens, manutenção da ordem pública e auxílio do judiciário na elucidação de crimes, a passar para o lado do crime? Seriam as más condições de trabalho oferecidas pelo estado? Os "baixos salários?" O estresse advindo do exercício da profissão?

Segundo a deputada estadual Cidinha Campos PDT/RJ a corrupção neste país não está mais na polícia, ou no plenário, ou no ministério público, ou nem tão pouco na justiça. A corrupção neste país está no DNA das pessoas, e o resultado do Brasil hoje é, o mal estar social do negro africano, somada à preguiça do índio brasileiro, mais as ações de má fé do povo europeu. Junte tudo isso num caldeirão, como se fosse uma verdadeira feijoada e você consegue chegar a o que é o Brasil hoje.

Com tanta corrupção, a que caminho ruma à segurança pública de nosso país?

domingo, 11 de novembro de 2012

Muganga na polícia. Me engana que eu gosto!

Você sabe o que é muganga (ou munganga)? 

O dicionário virtual Michaelis ensina: mu.gan.ga sf: Careta, momice, trejeito. 

Para adaptar ao contexto policial encare muganga como o mesmo que momice, de acordo com o item 2.

mo.mi.ce sf (momo+ ice):

1 Careta, gesto ridículo, trejeito.
2 Disfarce, hipocrisia.


Em uma cidadezinha com pouco mais de 20 mil habitantes, iguais a outras tantas no Brasil, percebeu-se um aumento significativo no número de roubos a motos, investidas contra o comércio e fazendas locais. A população se manifestou exigindo segurança. Reinvidicação justa, já que dois soldados e uma viatura é pouco para vigiar uma delegacia com alguns detentos, patrulhar a cidade e ainda atender ocorrências. Acontece que a situação não era diferente entre outros municípios e não havia de onde se transferir policiais. Desse modo, não vieram mais homens para colaborar, no entanto, enviaram duas motos para ajudar no policiamento.

Opa! São apenas dois homens para um carro e duas motos, de que vai adiantar essas motocicletas? Como é que é isso hein?

Aí é que entra a muganga. Primeiramente os policiais trancavam a delegacia e seguiam para o patrulhamento nas motocicletas. Após concluir essa primeira etapa eles retornavam, guardavam as motos e saíam para novas rondas – dessa vez utilizando o carro. Pronto! Como diria um tenente amigo meu: - “As bases da polícia não é disciplina e hierarquia, e sim, macete e muganga”.

Pela noite – conversando com alguns populares – eles constatam o impacto de sua criatividade.

- Rapaz, a cidade agora está segura. Tem até ROCAM rodando.
- É, pois é… Com esse monte de “puliça” acho que agora a vagabundagem vai dar um tempo.

Pois é, quis através desta história transmitir a realidade do policiamento de muitas cidadezinhas do interior do RN, como Japi, São João do Sabugi, Ipueira, Jardim de Seridó, São Vicente, Lagoa Nova, Bom Jesus, Rio do Fogo e por aí vai...

Conhecendo a realidade dos batalhões não é difícil entender porque diversas vezes atitudes como essa ilustram algumas ações da Gloriosa. Mesmo para quem está de fora desse contexto, é possível perceber como muito do que é feito visa tão somente “enganar”, criar uma sensação de segurança, quase como um “placebo social”. Basta ser um bom observador para descobrir o quanto as polícias fazem mugangas.

Imagine, por exemplo, uma determinada localidade tida como insegura, onde a aparição de qualquer modalidade de policiamento é algo raro (para não dizer lendário). Como consequência desse descaso – e outras omissões do Estado não ligadas diretamente à segurança pública – a região esquecida ignorada é cenário frequente de homicídios, roubos, consumo e venda de drogas, entre outros ilícitos. A situação chega em um ponto que moradores revoltados se manifestam e/ou denunciam seus problemas, conseguindo visibilidade na imprensa. É gritante que uma resposta do poder público seja dada a sociedade. O que fazer para atender a demanda que já não tenha sido feito? E se for tomada alguma medida que “resolva” a questão, por que ela não foi realizada anteriormente? O que normalmente acontece nesses casos é a retirada do policiamento de um lugar “mais tranquilo” (ou que ainda não tenha se manifestado) e colocam no ponto de conflito: a bola da vez. E assim por diante… De acordo com a migração dos índices de criminalidade. Claro que existem alguns lugares que jamais serão prejudicados pela falta de policiamento, seja pela importância econômica do ponto ou pela influência de seus frequentadores.

É fato: para que um local esteja “protegido” outro provavelmente não contará com a mesma atenção. Talvez não seja má vontade ou incompetência de quem comanda, pois não deve ser fácil administrar algo público que envolva relações humanas, escassez de recursos e inúmeras cobranças sem receber condições de trabalho por quem lhe exige soluções. Nessas horas que a malícia brasileira novamente é aplicada dentro das polícias. O jeitinho brasileiro do qual tanto nos orgulhamos é essencial para trabalhar na polícia.


É Coronel, me egana que eu gosto!

CRÉDITOS: diariodeumpm.net
 

sábado, 10 de novembro de 2012

Quem viu, viu. Quem não viu, só próximo ano agora: Orquestra Sinfônica da UFRN encerra temporada

A Orquestra Sinfônica da UFRN encerra hoje, no  auditório Onofre Lopes da Escola de Música da UFRN, o calendário de apresentações em Natal. O 4º Concerto Oficial marca a última da temporada 2012 e vai contar com participações especiais dos professores da Escola de Música da UFRN (EMUFRN) Amandy Bandeira (clarinete), Cleber Campos (percussão), Fábio Presgrave (violoncelo) e Radegundis Feitosa (trompa). O repertório tem obras de Aaron Copland, A. Guimarães, Mozart e Tchaikovsky e terá participação solo do aluno Saulo Oliveira no violoncelo, selecionado no início do ano de 2012 através do concurso Jovens Solistas, promovido pela Orquestra Sinfônica da UFRN. A apresentação é gratuita e começa às 20 horas.


Os quatro professores convidados emprestam à orquestra a oportunidade de trabalhar detalhadamente as 'famílias' dos instrumentos. Durante o concerto serão apresentadas peças com enfoque nas madeiras, percussão, cordas e metais. Um detalhe curioso é a partitura da peça de percussão que é gráfica, não utiliza pautas como as partituras convencionais e será projetada no palco para que o público consiga observar a sua execução.

A Orquestra Sinfônica da UFRN  é constituída por 60 músicos-alunos dos cursos técnico, de graduação e de pós-graduação da Escola de Música. Sob a direção do Maestro André Muniz o grupo recebeu, em 2011, o "Prêmio Hangar" de melhor espetáculo. No ano de 2012, mantendo a parceria com o SESC, o grupo vem apresentando o aclamado show "Clássicos do Baião - Tributo a Gonzagão".

SÃO PAULO

No próximo mês, o grupo viaja para São Paulo onde se apresenta no dia 11 junto a Orquestra Sinfônica de Heliópolis e nos dias 13, 14, 15 e 16 apresentam para o público paulista o show completo Clássicos do Baião - Tributo a Gonzagão, no SESC Vila Mariana. O show apresenta uma acertada mistura do clássico e do popular, em 16 grandes sucessos, entre eles Danado de Bom, Luar do Sertão e Asa Branca.